10 dicas de segurança da informação para se preparar para a LGPD

Em agosto de 2020, entrará em vigor a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Como falta pouco tempo para isso acontecer, as empresas precisam correr para se adaptar. Inclusive, devem reformular a sua maneira de lidar com a segurança da informação e a proteção de dados, a fim de escapar de multas altíssimas.

As novas regras estabelecem, claramente, normas mais rígidas a serem seguidas para coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais. Caso as normas não sejam cumpridas, as corporações podem arcar com multas de até 2% do faturamento total da empresa, chegando a um teto de R$ 50 milhões.

Para não ser alvo dessas multas e implementar as atualizações necessárias, separamos 10 dicas de segurança da informação.

Continue a leitura e confira.

Nova lei de dados para aumentar a segurança da informação

Para atender às novas políticas e normas da LGPD, é indispensável readequar todo o método de segurança da informação. Isso inclui todos os usos e aplicações dos dados usados pela empresa.

A legislação vale tanto para as informações internas, como de colaboradores e candidatos, e externas, como de clientes, prospects e fornecedores. Para manter tudo em conformidade, é necessário priorizar a privacidade e a segurança dos dados.

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Veja atentamente e aprenda como se preparar:

1 – Assessoria jurídica

É indispensável buscar por ajuda profissional para analisar os reais impactos que a sua empresa sofrerá.

2 – Softwares originais

Somente softwares originais e atualizados com frequência protegerão as informações da organização de maneira adequada. Se for trabalhar seus dados com segurança, evite o uso de softwares crackeados.

3 – Termos de uso e políticas de privacidade

Crie os termos de uso e políticas de privacidade que se encaixem às necessidades da sua empresa. É importante deixar claro para os usuários a finalidade de uso dos dados coletados. Vale lembrar que o consentimento do dono das informações serve apenas para usá-las e não se aplica ao compartilhamento das mesmas.

4 – Controle de acesso à informação

É de extrema importância criar uma restrição para aqueles que irão manusear os dados. Adote também níveis de acesso que variam de acordo com a hierarquia dos colaboradores, responsáveis pelo tratamento de informações sigilosas.

Com uma lista de controle de acesso bem definida, é possível identificar, em caso de vazamento, em qual nível ocorreu.

5 – Revisão de controles e processos de segurança da informação

Será necessário adotar novos programas e processos de cibersegurança. E isto inclui todos os procedimentos relacionados aos dados sigilosos manuseados na empresa.

De início, basta uma revisão detalhada dos processos atuais e como eles deverão ser alterados a fim de atender à nova LGPD.

6 – Mapeamento de dados

Organize níveis de proteção das informações de acordo com as necessidades da corporação. O que permite identificar quais dados são sensíveis, o quanto são e qual a forma correta de tratá-los.

7 – Backup Periódico

Assim como sempre foi necessário, o backup periódico é indispensável para evitar a perda de dados e informações importantes. Ele deve ser realizado diariamente. É possível efetuá-lo manualmente ou por meio de softwares de automação.

8 – Arquivos criptografados

A criptografia é uma técnica que permite ocultar as informações em seu banco de dados. Por meio dela, é possível proteger o conteúdo de arquivos, e-mails, banco de dados e informações de acesso à conexões seguras, como o internet banking.

9 – Integração de áreas

A nova LGPD exige profissionais que operem como responsáveis pelo tratamento dos dados, os chamados DPOs (Encarregados de Proteção de Dados). Esses colaboradores também servirão como porta voz da empresa junto a órgãos governamentais. Tudo para ajudar a regular a segurança da informação no país.

Para colocar isso em prática, prestar contas corretamente e estar em conformidade com a lei, é necessário integrar as áreas jurídica, de segurança da informação e de TI.

A atuação conjunta das três equipes evidencia o que está realmente acontecendo com os dados da organização. Além de apontar quais as possíveis falhas no sistema, onde estão e como serão resolvidas.

10 – Seguro cibernético e programa de conscientização

Para se resguardar contra o vazamento de dados e proteger sua empresa, o seguro cibernético é uma ótima opção. Conte com a ajuda da Fontana Corretora de Seguros para garantir a sua proteção financeira contra:

  • Violação de informações;
  • Ataques cibernéticos;
  • Falhas na segurança;
  • Omissões no armazenamento de dados.

Além disso, vale lembrar que o meio principal de vazamento de dados sigilosos das empresas são colaboradores mal treinados. Ou seja, em sua maioria acontecem no interior da empresa. Preparar e conscientizar os funcionários é essencial para manter a segurança da informação efetiva.

Fontana Corretora de Seguros também possui um programa de Conscientização em Cybersecurity completo. Por meio do serviço, mostramos aos colaboradores boas práticas para garantir a segurança dos dados da sua empresa.

O treinamento aborda os principais temas relacionados a vazamentos de informações, como e-mails, mídias removíveis, rede sociais, wifi público e etc.

Quer ajuda para se preparar para a nova LGPD? Acesse nosso site e conheça nosso seguro cibernético e o programa de Conscientização em Cybersecurity!

Confira nosso Mapeamento de Riscos em Cybersecurity, com tudo que você precisa saber sobre LGPD e GDPR.