5 tendências de cibersegurança que devem surgir ainda este ano

O ano de 2018 foi turbulento quando o assunto se trata de cibersegurança. Foram incontáveis casos de vazamento de informações, que resultaram em prejuízos financeiros e de reputação para grandes empresas.

Por isso, a partir deste ano, as organizações passaram a redirecionar investimentos para prevenir vazamentos e proteger os dados dos clientes de maneira adequada.

Leis de proteção de dados

Mas não são apenas as empresas que estão preocupadas com a questão da proteção e privacidade das informações. No ano passado, a União Europeia aprovou uma legislação mais rígida em relação à segurança dos dados dos usuários, a GDPR.

O Brasil também estabeleceu a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com normas e regras para manter a proteção da informação. Neste cenário, é cada vez mais necessário que as empresas evitem os vazamentos. Só assim será possível conquistar a confiança dos usuários, manter uma boa imagem no mercado e se esquivar das severas multas e penalidades integradas à nova lei.

Então, após uma série de novidades em relação à proteção de dados e aos vazamentos de informações, o que podemos esperar como tendências de cibersegurança neste ano?

Novas tendências de cibersegurança

Todas as companhias sabem que deverão se adaptar a fim de entrar em compliance com a nova LGPD no Brasil. Porém, em 2019, não é somente isso que será uma tendência. Também existem outros aspectos que podem mudar totalmente o funcionamento da cibersegurança e da proteção e privacidade dos dados.

Confira agora!

1 – Agilidade e eficácia em cibersegurança

A cada dia, as ameaças se tornam mais avançadas e personalizadas para o perfil de suas vítimas. No entanto, como já vivemos em constante risco de quebras de segurança, são necessárias análises simples e ágeis que proporcionem tomadas de decisões mais rápidas e assertivas.

Este é um ano decisivo e estratégico para as empresas quando o assunto se trata de segurança cibernética. Por isso, adotar sistemas de cibersegurança com agilidade e eficácia vai melhorar a competitividade das organizações. O que vai colocá-las à frente dos concorrentes.

2 – Uso do machine learning

Normalmente, ouvimos falar dos benefícios da inteligência artificial. Mas, ao mesmo tempo em que serve para melhorar os processos no trabalho e na sociedade, a tecnologia pode ser utilizada com outros fins.

Afinal, a IA também já é incorporada pelos cibercriminosos com o objetivo de mascarar seus ataques às corporações. Em contrapartida, as empresas adotam a mesma moeda tecnológica: usando machine learning para identificar ameaças e ataques.

Além disso, as tecnologias baseadas em inteligência artificial ajudam as companhias a distinguir dados sensíveis e não sensíveis. O que facilita para o seu negócio estar de acordo com a nova LGPD.

Entender bem o funcionamento do machine learning e estar preparado para essas novas tecnologias do crime digital é estar um passo à frente. Tanto em cibersegurança quanto em competitividade.

3 – Segurança digital estará no escopo

Desde o início do desenvolvimento de um produto ou serviço, as empresas deverão adotar a cibersegurança como parte do escopo. Já que será indispensável oferecer uma experiência segura aos usuários, com produtos e serviços que protejam as suas informações.

Imagine, por exemplo, adotar um software com soluções móveis, de inteligência artificial e armazenamento em nuvem, mas com brechas de segurança. Certamente, seria um impacto extremamente negativo para o seu negócio.

4 – Espionagem comercial e fraudes à cibersegurança

Muitos países desenvolvidos têm leis bem constituídas em relação aos ataques cibernéticos. Porém, a internet não possui barreiras, já que se trata de uma rede de abrangência global.

Por isso, empresas com ativos digitais em países com leis fracas de proteção de dados precisam estar conscientes do ambiente virtual que participam. Dessa maneira, será mais fácil para as organizações se protegerem de fraudes, ataques e espionagem comercial dos concorrentes.

5 – Conscientização em cibersegurança

Atualmente, o maior foco de vazamento de dados corporativos acontecem no interior das empresas. Normalmente, são casos originários de pessoas que convivem e fazem parte deste ambiente empresarial. O que é um fato recorrente da falta de conscientização sobre o tema de cibersegurança.

Afinal, nem todos os colaboradores sabem se comportar de forma adequada e segura em relação aos dados administrados no cotidiano da empresa. Assim, falhas podem acontecer por ausência de conhecimento no tratamento dessas informações.

Neste cenário, será indispensável treinar e capacitar os colaboradores que operam diariamente dados e informações de usuários, ativos, clientes, entre outros.

Como o Programa de Conscientização em Cybersecurity pode ajudar

Quando o assunto é conscientização em cibersegurança, a Fontana Corretora de Seguros conta com um programa especializado para auxiliar a sua empresa. O objetivo é sensibilizar e instruir a equipe sobre as melhores práticas e hábitos para o manejo de informações.

O serviço aborda os principais temas sobre vazamentos de dados, como e-mails, mídias removíveis, wifi público, redes sociais, dispositivos pessoais compartilhados entre os colaboradores.

Desta forma, é possível reduzir de maneira significativa o maior foco dos vazamentos: a falha humana dos funcionários. O que garante maior proteção aos dados e evita o roubo de informações sigilosas da corporação.

Agora que você conhece as 5 tendências em cibersegurança, saiba mais sobre o nosso Programa de Conscientização em Cybersecurity e entre em contato!

Confira nosso Mapeamento de Riscos em Cybersecurity, com tudo que você precisa saber sobre LGPD e GDPR.